De acordo com a APCOI (Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil) existem actualmente 155 milhões de crianças com obesidade ou excesso de peso em todo o mundo, sendo que se prevê que este número duplique até 2015.
Em Portugal 32% das crianças têm excesso de peso e, destas, 14% são obesas, o que significa que uma em cada três crianças sofre desta epidemia.
Estas crianças sofrem algumas consequências emocionais imediatas, como a depressão, o isolamento, a quebra no rendimento escolar, o cansaço e desânimo, bulling infantil e um possível desenvolvimento para outras doenças relacionadas com o comportamento alimentar.
A obesidade infantil é a porta para inúmeras doenças crónicas na idade adulta, nomeadamente a obesidade na idade adulta, diabetes mellitus tipo II, hipertensão arterial, colesterol elevado, problemas dos ossos e articulações, distúrbios hepáticos, apneia e distúrbios do sono, embolismo pulmonar e para o desenvolvimento de alguns tipos de cancro.
As novas gerações poderão ter uma diminuição da esperança média de vida e da qualidade de vida enquanto idosos.
No entanto, nem todo o cenário é negro: as crianças encontram-se ainda em fase de aquisição e aprofundamento de conhecimentos, sendo por isso mais fácil incutir-lhes os comportamentos correctos das práticas alimentares.
Os hábitos e rotinas adquiridos nesta fase da vida, irão reflectir-se na idade adulta.
É, portanto, a hora certa para agir.
Consciente da importância de incutir hábitos alimentares saudáveis nas crianças a Lipocero lançou um projecto de sensibilização contra a obesidade infantil, que permite às crianças e jovens irem a uma consulta de nutrição por apenas cinco euros.
O restante valor será comparticipado directamente pela Lipocero.




