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Maxfinance Eleven: A Visão de Paulo Anastácio para um negócio assente em Confiança e Rigor

Maxfinance Eleven: A Visão de Paulo Anastácio para um negócio assente em Confiança e Rigor

Por: Redação•

Naturalmente, o tema do crédito, especialmente crédito habitação, esteve sempre presente no meu dia a dia, mesmo antes de ser formalmente intermediário de crédito.

O passo para investir num negócio próprio na intermediação de crédito surgiu da conjugação de três fatores: a vontade de ter um projeto com a minha assinatura, a consciência de que os clientes precisam cada vez mais de aconselhamento independente e especializado, e a oportunidade de integrar uma marca sólida como a Maxfinance, que me permite escalar esse serviço com qualidade e segurança.

Como conheceu a Maxfinance e o que o levou a escolher este franchising em particular?

Conheci a Maxfinance através de uma gestora de expansão que me contactou através do LinkedIn e me desafiou. Ao início fui muito reticente, acabei por aceitar o desafio que se revelou uma excelente oportunidade.

A opção Maxfinance destacou-se pela combinação entre:

•histórico e credibilidade no setor; •forte estrutura de suporte central (compliance, parcerias bancárias, tecnologia, formação); •e a liberdade para, ao nível local, construir uma abordagem muito próxima do cliente.

Em resumo, não aceitei apenas “um franchising de crédito”, aceitei um parceiro estratégico – e encontrei isso na Maxfinance.

O que mais valorizou no modelo de franchising da Maxfinance? Valorizei sobretudo três aspetos:

1.Know-how e estrutura de compliance: Ter por trás uma equipa que garante enquadramento legal, procedimentos e relacionamento com os bancos é fundamental neste setor.

2.Parcerias bancárias e capacidade de negociação: A força da rede traduz-se em melhores condições e soluções mais completas para os clientes.

3.Autonomia com suporte: A Maxfinance dá espaço para que cada franchisado construa o seu próprio posicionamento local, mas sempre com o apoio, ferramentas e orientação necessários para crescer com consistência.

4.Como descreve o processo de entrada na rede? Foi simples? Recebeu o apoio que esperava?

O processo de entrada foi claro e bem estruturado. Desde o primeiro contacto senti transparência na informação partilhada, realismo nas expectativas apresentadas e disponibilidade para esclarecer dúvidas.

O apoio inicial – tanto na parte burocrática e regulatória, como na parte operacional e comercial – correspondeu ao que eu esperava de uma marca com a dimensão da Maxfinance. Houve sempre alguém disponível para acompanhar, orientar e acelerar o processo de integração.

Após a fase inicial que tipo de suporte ou acompanhamento considera mais importante no dia a dia?

No dia a dia, considero críticos:

•Suporte em compliance e enquadramento de operações, porque o contexto regulatório é exigente e está em constante evolução;

•Apoio técnico e comercial na relação com os bancos, sobretudo em processos mais complexos (empresas, clientes não residentes, estruturas de rendimento mais sofisticadas);

•Formação contínua, tanto em produtos como em ferramentas, para que a equipa esteja sempre atualizada e possa prestar um serviço de elevado nível ao cliente. Este acompanhamento contínuo faz a diferença entre “ter um franchising” e “pertencer a uma rede que puxa por nós”.

A evolução do negócio correspondeu às suas expectativas iniciais?

A evolução do negócio tem sido muito positiva e, num contexto económico desafiante, considero que corresponde – e em alguns aspetos supera – as expectativas iniciais. O reconhecimento da marca, aliado ao trabalho local e às parcerias que fomos construindo, permitiu-nos criar um fluxo consistente de clientes e, sobretudo, gerar recomendações. Este é sempre o melhor indicador de que estamos no caminho certo.

Se tivesse a oportunidade de recuar no tempo, voltaria a apostar na Maxfinance? Porquê? Sim, voltaria a apostar na Maxfinance.

Porque encontro na rede aquilo que considero essencial num parceiro de longo prazo: estabilidade, visão estratégica, foco na conformidade e, ao mesmo tempo, abertura para inovar. Além disso, sinto que existe uma verdadeira relação de parceria – quando a agência cresce, a marca cresce, e essa lógica de “ganha-ganha” é real no dia a dia.

Qual considera ser o maior desafio no setor da intermediação de crédito atualmente? O maior desafio é combinar três dimensões ao mesmo tempo:

1.Regulação exigente e em constante mudança, que obriga a um rigor absoluto na análise e na forma de comunicar com o cliente;

2.Clientes cada vez mais informados, mas nem sempre bem informados, o que implica um trabalho forte de educação financeira e de gestão de expectativas;

3.Contexto económico e taxas de juro volátil, que exige uma análise muito cuidadosa da sustentabilidade das operações no médio e longo prazo. Quem conseguir aliar rigor técnico, ética e uma comunicação clara com o cliente, vai destacar-se.

Que conselhos daria a quem está a pensar abrir uma franquia Maxfinance? Os meus conselhos seriam:

Encarar o negócio como um projeto de médio/longo prazo, e não como algo de ganhos imediatos. Investir tempo em criar relações com clientes, parceiros imobiliários, contabilistas, advogados e outros profissionais que lidam com decisões financeiras. Aproveitar ao máximo o suporte da Maxfinance – formação, apoio em compliance, ferramentas e know-how – em vez de tentar “inventar tudo de raiz”. Ser muito rigoroso e transparente com os clientes, porque a confiança é o ativo mais valioso na intermediação de crédito.

Se tiver espírito empreendedor, gosto genuíno por lidar com pessoas e disciplina na execução, a franquia Maxfinance é uma excelente oportunidade.

Descreva a Maxfinance numa palavra.

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