Banner 1
Banner 2
Banner 3
Banner 4
BestFranchising

Atualidade do franchising

Entrevista ao CEO da LDC, Sr  Paulo Antunes

Entrevista ao CEO da LDC, sr paulo antunes

Por: Redação

Este é um setor que já tinha provado a sua resiliência na última crise económica e que agora, uma vez mais, o veio reforçar, nesta crise pandémica - não só pela manutenção da atividade, mas também pelo crescimento de faturação das nossas unidades.

De que forma a situação pandémica que se vive atualmente afetou o desenvolvimento e expansão da empresa?

No que diz respeito à abertura de novas unidades, tivemos um claro abrandamento já que, apesar da procura pela marca, pouco se avançou com investimentos neste clima de incerteza. No entanto, a procura já se encontra a normalizar, pelo que acreditamos que a situação pandémica nos trouxe outro desafio a que, felizmente, a LDC rapidamente se ajustou: a necessidade de nos adaptarmos a circunstâncias de limite e de digitalizarmos os serviços para momentos em que a versão tradicional fique mais condicionada.

Num ano tão atípico como 2020 quais foram as principais dificuldades que a vossa marca encontrou e quais foram as Estratégias adotadas?

As principais dificuldades estiveram na garantia de condições de segurança às nossas equipas. Enquanto a área administrativa da LDC passou quase a 100% para teletrabalho, nas áreas de limpeza e manutenção, que são vitais ao funcionamento dos condomínios, todas as equipas continuaram no terreno - e inclusivamente com necessidade de reforço face a termos muito mais pessoas em casa e à necessidade de aumentar os níveis de desinfeção.

Qual foi a posição adotada para manter a sustentabilidade do seu negócio?

A posição da LDC foi de, desde o primeiro momento, implementar um plano de contingência que nos garantisse a manutenção dos níveis de operacionalidade. Isto assegurando uma comunicação constante com os nossos clientes, para que eles estivessem confiantes na marca e nos nossos esforços para garantir a operacionalidade dos condomínios - o que, aliás, fizemos com bastante sucesso.

Qual foi o apoio dado para auxiliar a coletividade da vossa rede de franchisados e de que forma pretendem fazê-lo durante o presente ano?

Eu diria que esse foi um ponto-chave do nosso sucesso. Desde o primeiro dia que assumimos a coordenação do plano de contingência e de comunicação da LDC com os clientes, tendo por essa via conseguido ter a rede toda alinhada numa mesma estratégia.

Toda a restante ajuda veio de mecanismos que já possuíamos e que nos permitiram, tecnologicamente, colocar mais de 200 colaboradores em teletrabalho em apenas 48h, sem constrangimentos de maior, assim como manter a relação com os clientes através das plataformas digitais que possuímos, substituindo a necessidade de idas às nossas lojas.

Que elementos diferenciam a V/Marca dos restantes franchising do sector?

A LDC nasceu para ser um franchising, o que nos permitiu desenvolver todo o projeto sempre com esse foco. A par, a tecnologia própria e os serviços que disponibilizamos foram a base para nos tornarmos na marca líder do setor.

Os nossos franchisados encontram na LDC uma marca que tem como suporte ferramentas tecnológicas de excelência que foram desenvolvidas para a maior operacionalidade da rede e que se apoiam em desenvolvimento e inovação constantes. Tudo isto suportado por uma academia de formação de excelência dedicada a todos os nossos colaboradores. Quais são os atributos essenciais da potencialidade da vossa marca?

Nesta fase, considero que os principais atributos são a resiliência da LDC, mas também o facto de sermos cada vez mais uma atividade essencial à vida das famílias, onde cada condomínio é um potencial cliente e onde a administração profissional de condomínios tem vindo a crescer de forma significativa.

Qual a situação do mercado de franchising deste sector?

Talvez fruto da liderança da LDC, este é um setor sem uma grande presença de outras marcas. No entanto, e apesar de ser um mercado com um crescimento muito sustentável, apresenta ainda muito território por cobrir.

Em tempos de pandemia quais são as ações que a marca vai promover para a divulgação da marca?

A LDC irá manter uma estratégia de divulgação idêntica aos anos anteriores, com um foco especial em campanhas de rádio e meios digitais.

Qual a vossa opinião sobre os investimentos em publicidade? Qual a estratégia de marketing da marca para este ano?

O investimento em publicidade é fundamental, mas no setor em que nos inserimos existe uma fortíssima componente de abordagem de proximidade. Para nós, esta tarefa está facilitada por termos no terreno a maioria dos nossos colaboradores, o que dá uma grande visibilidade à marca nos territórios onde estamos implantados e onde queremos continuar a crescer. A estratégia de marketing da LDC, para além da abordagem de proximidade, tem três outras vertentes: o nosso jornal “Notícias do Condomínio”, com uma tiragem superior a 200 000 exemplares; uma campanha de rádio de início de ano que, devido ao confinamento, está agora no ar; e, finalmente, as plataformas online.

Considera a era digital importante e complementar para o sucesso de qualquer empresa ou área de negócio?

Sem dúvida, não só pela proximidade ao cliente, mas também pela facilidade de segmentação e de gestão dos investimentos a cada momento, algo que é essencial nestas épocas de incerteza.

As redes sociais da sua empresa refletem a alma do seu negócio?

Esse é o mote do nosso trabalho diário: conseguir transmitir aos nossos seguidores a alma da LDC, aquilo que na realidade somos e temos para oferecer.

Qual é a estratégia da marca para o ano de 2021?

A estratégia para este ano é manter o foco no crescimento das nossas unidades e consolidar algumas das formas de trabalhar que a pandemia nos trouxe e que vieram para ficar. Mundo pós pandemia, qual a sua opinião?

Penso que teremos um mundo mais consciente da imprevisibilidade. Um mundo onde as formas de trabalhar e de gerir as equipas vão ser alteradas. Mas, principalmente, um mundo que, pouco a pouco, vai regressar à normalidade – uma normalidade que se vai revestir de novas formas de estar, de ser e de nos relacionarmos.

Acredito tratar-se de um mundo que não vai ser para baixar os braços, mas antes para seguir em frente, aproveitando as novas oportunidades que, como nas crises anteriores, esta também vai abrir.

Boletim de franchising

Subscreva-se à nossa Newsletter