Em breves palavras, qual o seu percurso profissional até abrir a Soluções Ideais em Aveiro? Tirei Engenharia Eletrotécnica em Coimbra, no ISEC e depois fui dar aulas de Educação Tecnológica. A minha primeira colocação foi na Gafanha da Encarnação, sendo essa a minha ligação original à região de Aveiro, dado que sou natural da Figueira da Foz. A minha profissão, independentemente do sítio, sempre foi essa, a de professor.
Como surgiu, então, a ligação ao grupo Soluções Ideais?
Foi através de uma reunião entre mim e o meu sócio com o diretor geral da Soluções Ideais, Rui Guedes, em que o objectivo era de compreender as necessidades e disponibilidade da Soluções Ideais em nos acolher como parceiros de prestação de serviços. Nessa conversa, falou-se na ideia que ele tinha de expandir a SI a nível nacional, e aquilo que ficou em nós. O ensino estava a ficar mais complicado porque apesar de estar a dar aulas, era sempre uma preocupação saber se seria ou não colocado. Até que chegou o dia…
Sim, mas acabou por ser uma decisão fácil de tomar. Sentimos, desde o início, que nunca estaríamos sozinhos e que teríamos sempre um acompanhamento de proximidade, através do Rui e, sobretudo, da Sara Guedes, a responsável pela expansão do grupo.
E porquê Aveiro?
Já cá tinha estado a trabalhar na região e percebido todo o potencial da cidade e dos concelhos que a circundam. É uma cidade jovem, com todas as condições de se ter uma vida de qualidade e que tem uma universidade de topo. Sentimos, desde o início, que para abrir uma agência da SI, que Aveiro seria o local ideal.
Como tem sido estes quatro anos e meio?
Os primeiros anos foram de altos e baixos, como seria expectável. Por vários motivos. Primeiro pela nossa natural inexperiência de trabalhar no ramo. Depois porque chegámos a uma cidade com muitas imobiliárias e agências que já cá estavam a trabalhar. E, por último, porque optámos desde sempre por ser diferenciadores, ou seja, nunca quisemos ter uma carteira extensa de opções só por ter. A nossa escolha foi por ser para os nossos clientes aquilo que a casa mãe da SI era para nós: Próxima e sempre disponível. Como é que foi possível, então, sobreviver aos primeiros anos. O mercado não era o que é hoje…
Pelo extraordinário apoio do Rui e da Sara Guedes. Não é de cor esta política da empresa. A SI não diz que vai ser assim e depois não é. É mesmo um acompanhamento sempre presente, sempre próximo. Sentimos que se não tivéssemos tido uma presença constante, sobretudo da Sara, nos primeiros anos, que podíamos não ter tido sucesso. Foram e são inexcedíveis no acompanhamento, aconselhando, ajudando e tirando todas as nossas dúvidas. A partir do momento em que sabes que não estás sozinho, independentemente das dificuldades, sabes que tens sempre condições para ter sucesso.
Daí a renovação do Franchisado?
Sim, naturalmente. A política que escolhemos, de termos sempre um atendimento próximo e personalizado, deu resultado. Felizmente que agora passamos, todos, uma boa fase, mas a nossa aconteceu porque cada cliente nosso sente-se como único, pelo acompanhamento que lhe damos diariamente. E depois, e isto é fundamental, sentimos que na SI fazemos parte de uma família, que se reúne várias vezes por ano, e que tem uma dinâmica muito própria que nos faz sentir como se estivéssemos em casa, entre os nossos. E esse sentimento é imbatível!








